NOVO Nº 19 9618 0973
DO CELULAR DO SEN SEI MERCIVAL BREDA DAMINELLI
AV. JOSÉ PAULINO Nº 1080 - CENTRO PAULINIA - SP - CONTATO - 19 9618 0973 e 19 8320 1401
msn judomercival.secretaria@hotmail.com email judomercival@ig.com.br FACEBOOK ASSOCIAÇÃO MERCIVAL
MIRIAM VICE CAMPEÃ PAULISTA
ESTADUALSUB 20
MIRIAM (MERCIVAL) e MARLI (BOSCH) - trabalhando na premiação
FELIZ ANO NOVO
FAMÍLIA JUDÔ MERCIVAL
FAMÍLIA JUDÔ MERCIVAL FELIZ NATAL
SEXTA FEIRA
14 - 10 - 2011
Brasil é prata no Mundial por Equipes. Veja imagens
O Brasil conquistou neste domingo, em Paris, a medalha de prata no Campeonato Mundial por Equipes. A equipe brasileira foi superada na decisão pela França, por 3 a 2.
A Equipe Mercival Paulínia tem 100% de aproveitamento na fase regional do Campeonato Paulista
Drielly garante vaga para o Campeonato Paulista de Judô
MERCIVAL/PAULINIA JÁ TEM 3 JUDOCAS CLASSIFICADOS PARA O ESTADUAL
MERCIVAL/PAULINIA FAZ 4 CAMPEÕES NA COPA COUNTRY
sábado, 5 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O Futuro do Judô
O Futuro do Judô
Há uma preocupação constante com os destinos do judô, como se o mesmo estivesse ameaçado de extinção. As mudanças ocorridas na parte técnica está alarmando os mais ortodoxos que exigem uma prática ¨como nos velhos tempos¨. Acontece que esses tempos não voltam mais! E, também, não foram melhores nem piores que os atuais para serem glorificados. Simplesmente foram diferentes. Diferentes como os atuais serão quando fizerem parte do passado. Mudanças ocorrem em todos os segmentos da vida humana. E com o judô não foi diferente! Não podemos fechar os olhos para elas; queiramos ou não, elas são inexoráveis. É melhor fluir com elas! As mudanças ocorridas na arbitragem, no judogui, forjaram alterações na forma de lutar. É preciso acompanhá-las e compreendê-las.Até 1974, existiam, apenas, o wazari e o ippon. Os japoneses dominavam as competições. Raramente aparecia alguém em condições para desafiá-los. Todos lutavam pelo segundo e terceiros lugares no pódium. Com a entrada do inglês, Charles Palmer, no comando da Federação Internacional de Judô, foram introduzidos o koka e o yuko na tentativa de ver os lugares no pódium se alterarem. Deu certo. Aumentou a motivação dos praticantes do judô em diversos países da Europa. Jogar os japoneses de costas no tatami era muito difícil, mas jogá-los sentado ou de lado tornou-se possível. Se, por um lado, alterou-se o conceito de técnica devido às inovações na arbitragem, por outro, incentivou-se a participação da maioria dos países nas competições de judô. E os campeões começaram a surgir. Entre eles, uma nova geração de judocas brasileiros foi capaz de ganhar 15 medalhas olímpicas e 4 títulos mundiais, escrevendo a página mais importante da competição do judô do Brasil.O judogui também sofreu modificações. Em tempos idos, o judogui era largo e todos o seguravam à vontade. Hoje, além do judogui ser apertado, os judocas ¨dificultam o kumikata¨ não permitindo que segurem em seus judoguis. Ficou muito difícil lutar. Com isso, surgiram as técnicas alternativas para minimizar o problema: ¨Kuchiki taoshis e Sukui-nagues¨, passaram a ser amplamente utilizados. A plástica do judô foi alterada. Críticas muito contundentes tem sido feitas ao judô atual como se o mesmo estivesse, definitivamente, consolidado em seu modelo. Não é bem assim. Ele tem sofrido transformações periodicamente. Na primeira transição do modelo antigo para o atual, os lutadores atuavam com os corpos muito curvados; atualmente, essa postura já se alterou. A Federação Internacional já não permite que a calça seja segurada sem a intenção de queda por parte do atacante e o ¨koka¨ foi abolido.A busca de um modelo que consiga reunir a plástica do judô primeiro e a competitividade do judô atual tem sido a preocupação de grande parte da comunidade judoísta. Todos estão empenhados na busca de soluções para esses problemas que tanto nos afligem. Problemas que, na realidade, são mais conceituais do que técnicos. Carecemos mais de uma identificação com os princípios educacionais preconizados pelo judô em sua metodologia de ensino do que dos ajustes técnicos que, de alguma forma, serão resolvidos.O empirismo serviu durante muito tempo como forma de transmissão de conhecimento. A transmissão de experiências pessoais, de conhecimentos, de vivências, que desde os primórdios vem sendo utilizadas como forma de ensino, precisa ser modificada. No início, justificava-se essa forma de transmissão porque o número de praticantes era pequeno e todos tinham acesso aos grandes mestres recebendo, diretamente destes, o ensinamento. Muitos desses mestres já não se encontram mais entre nós. O conhecimento que possuíam foi transmitido. Vem passando de mãos em mãos até os dias de hoje. Mas aí reside o grande problema do empirismo! Quanto mais se afasta da fonte, mais o ensino se deteriora! O ensino precisa ser formatado!Nosso grande desafio é sensibilizar toda a comunidade judoísta – atletas, pais, dirigentes, aficionados, mídia especializada – para a criação da Escola de Formação de Professores de Judô. Conclamamos a todos os judocas para que, juntos, assumamos a responsabilidade esportiva e social de conduzir os destinos do judô.
Paulo Duarte
Paulo Duarte é responsável pela formação de grandes campeões do Brasil. Colaborador do JUDOBRASIL desde 1998, atualmente, treina Leandro Guilheiro (2 bronzes olímpicos – Atenas/2004 e Pequim/2008). Entre seus ex-alunos, figuram nomes como Rogério Sampaio (campeão olímpico, Barcelona/92), Marcos Daud (vice-campeão mundial júnior) e Danielle Zangrando, entre outros
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Um esporte tão puro, em suas ações que seus praticantes lotam ginásios para disputas emocionantes, onde lutam os anônimos com os Deuses do Olimpo, sem
Um esporte tão puro, em suas ações que seus praticantes lotam ginásios para disputas emocionantes, onde lutam os anônimos com os Deuses do Olimpo, sem nenhuma distinção, ganha quem estiver melhor preparado no momento, mas não é isso que chama a atenção, não é o vigor de seus praticantes, ver lutas entre Heróis que lutaram toda a vida e na arquibancada tem na torcida a família, filhos, netos e bisnetos, senhores Heróis, fazem uso da arte no auge dos 70, 80 anos, mas não é isso que chama a atenção, no momento da abertura do evento, todos alinhados com os kimonos brancos e limpos, com os agasalhos de sua equipe, desde as crianças de 5, 6 anos aos mais veteranos, de diferentes regiões, como amigos, mas não é isso que chama a atenção, as famílias na arquibancada acompanhando seus lutadores, mas não é isso que chama a atenção, o choro de quem perdeu, consolado pelo vencedor, elevando o orgulho do verdadeiro competidor, não é isso que chama a atenção, ver entre os competidores, famílias completas o pai, a mãe e os filhos, mas não é isso que chama a atenção, mais de mil, judocas em um torneio, onde sua busca é pela medalha e pela vitória de sobre ele mesmo, sua superação, não é isso que chama a atenção, são tantos pontos que chamam a atenção no Judô, que acho que em um momento comum para estes vencedores, pois no Judô todos são vencedores, como no moquisso, após o palavra entoada, um ginásio lotado checa de dez mil pessoas, tensas com o campeonato, mas neste momento o silêncio se espalha por todos os lados, das crianças a os parentes, completo silêncio, até os bebes parecem entender o sentido. Isso é mais que um esporte é realmente um modo de vida.
Assinar:
Postagens (Atom)









