AV. JOSÉ PAULINO Nº 1080 - CENTRO PAULINIA - SP - CONTATO - 19 9618 0973 e 19 8320 1401
msn judomercival.secretaria@hotmail.com email judomercival@ig.com.br FACEBOOK ASSOCIAÇÃO MERCIVAL
MIRIAM VICE CAMPEÃ PAULISTA
ESTADUALSUB 20
MIRIAM (MERCIVAL) e MARLI (BOSCH) - trabalhando na premiação
FELIZ ANO NOVO
FAMÍLIA JUDÔ MERCIVAL
FAMÍLIA JUDÔ MERCIVAL FELIZ NATAL
SEXTA FEIRA
14 - 10 - 2011
Brasil é prata no Mundial por Equipes. Veja imagens
O Brasil conquistou neste domingo, em Paris, a medalha de prata no Campeonato Mundial por Equipes. A equipe brasileira foi superada na decisão pela França, por 3 a 2.
A Equipe Mercival Paulínia tem 100% de aproveitamento na fase regional do Campeonato Paulista
Drielly garante vaga para o Campeonato Paulista de Judô
MERCIVAL/PAULINIA JÁ TEM 3 JUDOCAS CLASSIFICADOS PARA O ESTADUAL
MERCIVAL/PAULINIA FAZ 4 CAMPEÕES NA COPA COUNTRY
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Associação Mercival de Judô.
Títulos de 2008
Sul Americano – Campeão Jefferson Januzzelli
Campeã Brasileira – Karina Watanuki
Campeã Paulista – Karina Watanuki
Vice Campeã Paulista – Graziela Ventura
Bronze no Paulista – Pâmela Ventura
10 títulos Estaduais e 22 regionais
272 medalhas, 88 de ouro, 81 de prata 103 de bronze.
Foram 815 lutas, 598 vitórias, 217 derrotas 73% de aproveitamento individual.
Nos 22 anos da Associação Mercival de Judô, a equipe Mercival de Judô trouxe para Paulínia 355 títulos Regionais, 146 títulos Estaduais, 73 Títulos Paulistas, 19 títulos Brasileiro, 29 títulos da Liga Brasileira e 6 títulos Internacionais.
Títulos de 2008
Sul Americano – Campeão Jefferson Januzzelli
Campeã Brasileira – Karina Watanuki
Campeã Paulista – Karina Watanuki
Vice Campeã Paulista – Graziela Ventura
Bronze no Paulista – Pâmela Ventura
10 títulos Estaduais e 22 regionais
272 medalhas, 88 de ouro, 81 de prata 103 de bronze.
Foram 815 lutas, 598 vitórias, 217 derrotas 73% de aproveitamento individual.
Nos 22 anos da Associação Mercival de Judô, a equipe Mercival de Judô trouxe para Paulínia 355 títulos Regionais, 146 títulos Estaduais, 73 Títulos Paulistas, 19 títulos Brasileiro, 29 títulos da Liga Brasileira e 6 títulos Internacionais.

E Este Ano Graziela Ventura é a primeira Judoca a conquistar um patrocínio, ela será patrocinada pela Citrinos Summerfit e Floricultura Flor do Campo, Graziela em dois anos já conquistou, 40 títulos sendo 22 vezes Campeã, 10 vezes vice campeã, 8 bronzes, destes foram:
Vice Campeã Paulista Estudantil 2008
Bronze no Paulista 2007
Campeã Estadual 2007
Bronze no Estadual 2008
Campeã Regional 2007 e 2008
Já Lutou 147 vezes, com 129 vitórias e 18 derrotas.
Já há outras empresas, interessadas no projeto adote um Judoca da Associação Mercival de Judô, mas são 32 judocas de nível competitivo a procura de patrocínio.
Vice Campeã Paulista Estudantil 2008
Bronze no Paulista 2007
Campeã Estadual 2007
Bronze no Estadual 2008
Campeã Regional 2007 e 2008
Já Lutou 147 vezes, com 129 vitórias e 18 derrotas.
Já há outras empresas, interessadas no projeto adote um Judoca da Associação Mercival de Judô, mas são 32 judocas de nível competitivo a procura de patrocínio.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
TROFÉU MESTRE MERCIVAL DAMINELLI 2008
1º Lucas Rihs
2º Miguel Henrique
3º Miguel Aires
4º Giuliano Perini
5º Lucas Cezario
6º Lidiane Mel
7º Ingrid Piva
8º Nicolas
9º Hellen Matos
10º Mayra Carla
11º Lucas Leme
12º Matheus Jesus
13º Pedro Ymasiro
12º Matheus Jesus
13º Pedro Ymasiro
1º Pedro Rihs
2º Gabriel Henrique
3º Breno Lenharo
4º Giovanni D. Perinni
5º Andrew Seth
5º Andrew Seth
6º Guilherme Mira
7º Giuliano D. Perinni
8º Lucas Martins
9º João Gabriel Teixeira
10º Kevin Mira
11º Guilherme Fantinato
11º Guilherme Fantinato
1º Gabriel Varandas
2º Matheus Machado
3º Henry O. Montoro
4º Lucas Alves
5º Pedri Rihs
6º Guilherme Araujo
7º Matheus Souza
8º Airton Ferraro
9º João Vitor
9º João Vitor
2º Zoe Rebecca
3º Letícia Silva
4º Ingrid Piva
5º Linnyki Andressa
6º Bárbara Peixoto
5º Linnyki Andressa
6º Bárbara Peixoto
2º Daniel Fernandes
3º Vitor Faria
4º Maurílio Joaquim
5º Caio Rabelo
6º Lunny Andreell
7º Paulo Rabelo
8º Elian Machado
9º Marcos Milleu
10º Julio Penachin
11º João Gabriel Penachin
12º Mauricio Montoro
13º Alexandre Henrique
14º Renan Batista
14º Renan Batista
2º Carolina Matos
3º Carolina Carvalho
4º Bárbara Faria
5º Linny Awendreiil
6º Linnyki Andressa
7º Zoe Rebecca
8º Julia Rizzato
9º Letícia Freitas
9º Letícia Freitas
10º Angelina Silva
1º Michelle Watanuki
2º Karina Watanuki
3º Bárbara Faria
4º Linny Awendreiil
5º Lídia Loureiro
6º Ariane Fonseca
7º Giorgia Fernandes
8º Karen Cezario
8º Karen Cezario
9º Camila Oliveira
1º Graziela Ventura
2º Karina Missono
3º Alexsandra Alves
4º Pámela Ventura
5º Juliana Ribeiro
6º Angélica Matos
7º Mariaines Ventura
8º Marilia Shirakura
9º Eliana Carvalho
7º Mariaines Ventura
8º Marilia Shirakura
9º Eliana Carvalho
02º Gabriel Henrique
03º Breno Lenharo
04º Miguel Aires
05º Miguel Henrique
06º Henry Montoro
07º Julia Rizzato
08º Lucas Cezario
09º Andrew Watanuki
10º Giovanni D Perinni
11º Pedro Rihs
12º Zoe Rebecca
13º Giuliano D Perinni
14º Guilherme Araújo
15º Lucas Rihs
16º João G Teixeira
17º Nicolas Silva
18º Guilherme Silva
19º Matheus Machado
20º Lidiane Mel
21º Lucas Martins
22º Matheus Souza
23º Sophia Lenharo
24º Airton Ferraro
25º Ana Carolina Soldera
26º Lucas Leme
27º Kevin Silva
28º Matheus Jesus
29º Pedro Yshimoto
2º Bárbara Furlan
3º Carolina Matos
4º Carolina Carvalho
5º Bárbara Faria
6º Graziela Ventura
7º Linny Awendreiil
8º Karina Missono
9º Zoe Rebecca
10º Pámela Ventura
11º Linnyki Andressa
12º Juliana Ribeiro
13º Harumi Shirakura
14º Giorgia Fernandes
15º Thaynara Silva
16º Ariane Fonseca
17º Julia Rizzato
18º Lídia Loureiro
19º Marilia Shirakura
20º Angélica Matos
21º Marines
1º Vitor Faria
2º Daniel Fernandes
3º Maurílio Joaquim
4º Giovanni Cezario
5º Jefferson Januzelli
6º Lunny Awdreil
7º Caio Rabelo
8º Julio Penachin
9º Marco Milleo
10º Renan Batista
11º Lucas Silva
12º Guilherme Silva
13º Amauri Ventura
14º Hideki Shirakura
15º Alexandre Henrique
16º Mauricio Montoro
17º Elian Machado
18º João Gabriel 21
19º Paulo Rabelo 21
Confira o Ranking dos 79 Judocas da Equipe Mercival de Judô de 2008
Ranking Interno 2008, foram 79 Judocas da Associação Mercival de Judô, que pontuaram durante o ano, confira a classificação - http://amjrk2008.blogspot.com/
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
CBJ ANUNCIA ADAPTAÇÕES AO NOVO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO OLÍMPICA PARA LONDRES 2012
CBJ ANUNCIA ADAPTAÇÕES AO NOVO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO OLÍMPICA PARA LONDRES 2012
Mudanças da Federação Internacional já valem a partir de 1 de janeiro de 2009. Brasil trabalhará com três atletas sem seletiva este ano
Desde 1º de janeiro de 2009 já está valendo o novo sistema de classificação olímpica proposto pela Federação Internacional de Judô para as Olimpíadas de Londres 2012. Ao contrário dos outros ciclos olímpicos, quando a disputa começava apenas dois anos antes dos Jogos e a vaga era do país, para 2012 a corrida já começou e quem se classifica é o atleta. Essas são as duas principais mudanças no sistema, que levaram a Confederação Brasileira de Judô a alterar parte de sua forma de seleção de judocas para a equipe nacional. Tudo isso foi apresentado aos 42 atletas que começaram 2009 no processo olímpico (titular e reserva de Pequim 2008 e vencedor da Seletiva de Vitória 2008) em dois encontros com a comissão técnica no Rio de Janeiro (9/1) e São Paulo (10/1). Não haverá seletiva neste começo de ano (apenas para a categoria 90kg está confirmada para os dias 6 e 7 de março, já que com a subida de Tiago Camilo há quatro atletas ainda em disputa) e todos os pesos seguirão com três judocas em atividade.“Qualquer novidade, à primeira vista, pode causar rejeição. Mas se as mudanças são boas ou ruins, só o tempo dirá”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira. “Não estamos inventando nada, estamos nos enquadrando num processo de mudança mundial”, frisa o dirigente.“As adaptações e dificuldades não são uma exclusividade do Brasil, são do mundo todo”, enfatiza o coordenador técnico internacional da CBJ, Ney Wilson, que durante o Mundial Absoluto em Paris, em dezembro, trocou informações com representantes de diversas nações. “Todos são unânimes em dizer que será um processo desgastante para os atletas e oneroso para as entidades. E que será impossível ter sucesso até 2012 apostando em apenas um atleta por categoria”, acrescenta ele.Com a vaga sendo nominais ao atleta, será necessário dar volume de competição para os judocas para que marquem pontos no ranking mundial. Em 30 de abril de 2012 serão conhecidos os 22 homens e 14 mulheres em cada uma das 14 categorias de peso (sete femininas, sete masculinas) com passaporte carimbado para a Inglaterra, respeitando-se o limite de um por país. Caso haja dois representantes da mesma nação, cabe à Confederação Nacional determinar aquele que irá aos Jogos. A esses 252 atletas se juntarão os 14 do país sede, 20 convites da Federação Internacional e outros 100 atletas classificados através de um ranking único (de gênero e categoria) de cada união continental (na Pan-América são 21 vagas, 13 no masculino e 8 no feminino, respeitando-se no máximo de dois indicados por categoria e um no máximo por país entre homens e mulheres).“Vai ser mais complicado lutar por uma vaga no continente do que no ranking mundial”, prevê Ney Wilson, lembrando que no último ciclo havia 56 vagas para Pan-América através de um ranking próprio, além da classificação direta pelo Campeonato Mundial, o que não ocorrerá mais.O ano do judô mundial agora se encerra em 30 de abril. Assim, o primeiro “ano” de competição vai de 1 de janeiro de 2009 a 30 de abril de 2009. O segundo “ano” vai de 1 de maio de 2009 a 30 de abril de 2010. O terceiro começa em 1 de maio de 2010 e termina em 30 de abril de 2011 e o último é de 1 de maio de 2011 a 30 de abril de 2012. Apenas os campeonatos mundiais, Masters, Grand Slams, Grand Prix, Copas do Mundo e campeonatos continentais disputados nesse período contam pontos para a lista final. No ranking de 2012, os pontos conquistados no primeiro terão sido desvalorizados em 75% (ou seja, quem marcou 100 pontos até maio de 2009 terá apenas 25 pontos em abril de 2012). Os do segundo ano valerão 50%, do terceiro ano 75% e os do último ano terão seu peso integral de 100%.A participação de atletas do Brasil nas competições estabelecidas pela CBJ será definida por convocação a partir do universo desses 42 atletas em 2009.“Não adianta fazer como antes, quando mandávamos os atletas para um mesmo número de competição. Se repetirmos isso, corremos o risco de chegar ao fim do ciclo sem ninguém classificado”, garante Ney Wilson.Assim, a comissão técnica da CBJ definirá todas as equipes para os eventos do calendário internacional, aí incluídos Copas do Mundo, Grand Prix, Grand Slam, Pan-Americano e Campeonato Mundial, em função da necessidade de ranqueamento. Os três atletas de cada categoria só poderão participar dos eventos selecionados pela comissão técnica.Frases dos atletas sobre a mudança no ranqueamento olímpico para Londres 2012:Tiago Camilo – campeão mundial em 2007 (-81kg), bronze olímpico Pequim 2008 (-81kg): Disputa o novo ciclo olímpico na categoria -90kg: “Foi uma mudança considerável e todo mundo vai precisar refletir. No começo é estranho mas depois vamos nos acostumar ao novo formato. Agora vamos precisar de toda a ajuda possível – da Confederação, clubes, patrocinadores – e também vai ser fundamental estar nem o ano todo, sem dosar muito. Acho que mudei de peso no melhor momento, pois começo junto com todo mundo. Estou muito motivado”.João Derly – bicampeão mundial 2005-07 (-66kg): “Vai ser difícil para nós e para os outros países. Acho que vai ser muito importante começar o cliclo sem lesão e bem preparado, pois arriscar pode ser perigoso. Vai ser um processo muito desgastante”.Leandro Guilheiro – bronze olímpico Atenas 2004 (-73kg) e Pequim 2008 (-73kg): “Vamos ter de repensar tudo e planejar cada detalhe. Acredito que esse novo formato vá fazer da gente ainda mais competitivo e profissional. Aquele que conseguir passar pelo ciclo mais inteiro vai ser dar bem”.Luciano Correa – campeão mundial 2007 (-100kg) e bronze mundial 2005 (-100kg): “Fiquei muito bem impressionado pela iniciativa da CBJ em reunir todo mundo para apresentar as mudanças. Sobre o novo formato, agora a disputa não é mais um contra o outro aqui no Brasil. Agora lutamos contra o mundo todo e os brasileiros podem até acabar se ajudando para buscar a vaga”.Ketleyn Quadros – bronze olímpico Pequim 2008 (-57kg): “Pequim foi meu primeiro ciclo olímpico e a mudança pouco vai interferir em mim pois não estou acostumada com nenhuma das duas formas. Isso é bom para a cabeça. O lado positivo das mudanças é que o atleta depende só dele, embora a classificação tenha ficada ainda mais puxada e seletiva”.Camila Minakawa – bronze mundial júnior 2008 (-63kg): “Em geral ficou mais difícil, mas ao mesmo tempo o mérito e a responsabilidade de classificação são do atleta que conseguir a vaga”.Erika Miranda – quinta colocada no mundial 2007 (-52kg): “Os atletas estão com a faca e o queijo na mão. Claro que ficou mais disputado, mas basta trabalhar duro e acreditar”.CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD DO DOCUMENTO OFICIAL DA FIJ. CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD DAS OBSERVAÇÕES DA CBJ SOBRE O CICLO LONDRES 2012.
Mudanças da Federação Internacional já valem a partir de 1 de janeiro de 2009. Brasil trabalhará com três atletas sem seletiva este ano
Desde 1º de janeiro de 2009 já está valendo o novo sistema de classificação olímpica proposto pela Federação Internacional de Judô para as Olimpíadas de Londres 2012. Ao contrário dos outros ciclos olímpicos, quando a disputa começava apenas dois anos antes dos Jogos e a vaga era do país, para 2012 a corrida já começou e quem se classifica é o atleta. Essas são as duas principais mudanças no sistema, que levaram a Confederação Brasileira de Judô a alterar parte de sua forma de seleção de judocas para a equipe nacional. Tudo isso foi apresentado aos 42 atletas que começaram 2009 no processo olímpico (titular e reserva de Pequim 2008 e vencedor da Seletiva de Vitória 2008) em dois encontros com a comissão técnica no Rio de Janeiro (9/1) e São Paulo (10/1). Não haverá seletiva neste começo de ano (apenas para a categoria 90kg está confirmada para os dias 6 e 7 de março, já que com a subida de Tiago Camilo há quatro atletas ainda em disputa) e todos os pesos seguirão com três judocas em atividade.“Qualquer novidade, à primeira vista, pode causar rejeição. Mas se as mudanças são boas ou ruins, só o tempo dirá”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira. “Não estamos inventando nada, estamos nos enquadrando num processo de mudança mundial”, frisa o dirigente.“As adaptações e dificuldades não são uma exclusividade do Brasil, são do mundo todo”, enfatiza o coordenador técnico internacional da CBJ, Ney Wilson, que durante o Mundial Absoluto em Paris, em dezembro, trocou informações com representantes de diversas nações. “Todos são unânimes em dizer que será um processo desgastante para os atletas e oneroso para as entidades. E que será impossível ter sucesso até 2012 apostando em apenas um atleta por categoria”, acrescenta ele.Com a vaga sendo nominais ao atleta, será necessário dar volume de competição para os judocas para que marquem pontos no ranking mundial. Em 30 de abril de 2012 serão conhecidos os 22 homens e 14 mulheres em cada uma das 14 categorias de peso (sete femininas, sete masculinas) com passaporte carimbado para a Inglaterra, respeitando-se o limite de um por país. Caso haja dois representantes da mesma nação, cabe à Confederação Nacional determinar aquele que irá aos Jogos. A esses 252 atletas se juntarão os 14 do país sede, 20 convites da Federação Internacional e outros 100 atletas classificados através de um ranking único (de gênero e categoria) de cada união continental (na Pan-América são 21 vagas, 13 no masculino e 8 no feminino, respeitando-se no máximo de dois indicados por categoria e um no máximo por país entre homens e mulheres).“Vai ser mais complicado lutar por uma vaga no continente do que no ranking mundial”, prevê Ney Wilson, lembrando que no último ciclo havia 56 vagas para Pan-América através de um ranking próprio, além da classificação direta pelo Campeonato Mundial, o que não ocorrerá mais.O ano do judô mundial agora se encerra em 30 de abril. Assim, o primeiro “ano” de competição vai de 1 de janeiro de 2009 a 30 de abril de 2009. O segundo “ano” vai de 1 de maio de 2009 a 30 de abril de 2010. O terceiro começa em 1 de maio de 2010 e termina em 30 de abril de 2011 e o último é de 1 de maio de 2011 a 30 de abril de 2012. Apenas os campeonatos mundiais, Masters, Grand Slams, Grand Prix, Copas do Mundo e campeonatos continentais disputados nesse período contam pontos para a lista final. No ranking de 2012, os pontos conquistados no primeiro terão sido desvalorizados em 75% (ou seja, quem marcou 100 pontos até maio de 2009 terá apenas 25 pontos em abril de 2012). Os do segundo ano valerão 50%, do terceiro ano 75% e os do último ano terão seu peso integral de 100%.A participação de atletas do Brasil nas competições estabelecidas pela CBJ será definida por convocação a partir do universo desses 42 atletas em 2009.“Não adianta fazer como antes, quando mandávamos os atletas para um mesmo número de competição. Se repetirmos isso, corremos o risco de chegar ao fim do ciclo sem ninguém classificado”, garante Ney Wilson.Assim, a comissão técnica da CBJ definirá todas as equipes para os eventos do calendário internacional, aí incluídos Copas do Mundo, Grand Prix, Grand Slam, Pan-Americano e Campeonato Mundial, em função da necessidade de ranqueamento. Os três atletas de cada categoria só poderão participar dos eventos selecionados pela comissão técnica.Frases dos atletas sobre a mudança no ranqueamento olímpico para Londres 2012:Tiago Camilo – campeão mundial em 2007 (-81kg), bronze olímpico Pequim 2008 (-81kg): Disputa o novo ciclo olímpico na categoria -90kg: “Foi uma mudança considerável e todo mundo vai precisar refletir. No começo é estranho mas depois vamos nos acostumar ao novo formato. Agora vamos precisar de toda a ajuda possível – da Confederação, clubes, patrocinadores – e também vai ser fundamental estar nem o ano todo, sem dosar muito. Acho que mudei de peso no melhor momento, pois começo junto com todo mundo. Estou muito motivado”.João Derly – bicampeão mundial 2005-07 (-66kg): “Vai ser difícil para nós e para os outros países. Acho que vai ser muito importante começar o cliclo sem lesão e bem preparado, pois arriscar pode ser perigoso. Vai ser um processo muito desgastante”.Leandro Guilheiro – bronze olímpico Atenas 2004 (-73kg) e Pequim 2008 (-73kg): “Vamos ter de repensar tudo e planejar cada detalhe. Acredito que esse novo formato vá fazer da gente ainda mais competitivo e profissional. Aquele que conseguir passar pelo ciclo mais inteiro vai ser dar bem”.Luciano Correa – campeão mundial 2007 (-100kg) e bronze mundial 2005 (-100kg): “Fiquei muito bem impressionado pela iniciativa da CBJ em reunir todo mundo para apresentar as mudanças. Sobre o novo formato, agora a disputa não é mais um contra o outro aqui no Brasil. Agora lutamos contra o mundo todo e os brasileiros podem até acabar se ajudando para buscar a vaga”.Ketleyn Quadros – bronze olímpico Pequim 2008 (-57kg): “Pequim foi meu primeiro ciclo olímpico e a mudança pouco vai interferir em mim pois não estou acostumada com nenhuma das duas formas. Isso é bom para a cabeça. O lado positivo das mudanças é que o atleta depende só dele, embora a classificação tenha ficada ainda mais puxada e seletiva”.Camila Minakawa – bronze mundial júnior 2008 (-63kg): “Em geral ficou mais difícil, mas ao mesmo tempo o mérito e a responsabilidade de classificação são do atleta que conseguir a vaga”.Erika Miranda – quinta colocada no mundial 2007 (-52kg): “Os atletas estão com a faca e o queijo na mão. Claro que ficou mais disputado, mas basta trabalhar duro e acreditar”.CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD DO DOCUMENTO OFICIAL DA FIJ. CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD DAS OBSERVAÇÕES DA CBJ SOBRE O CICLO LONDRES 2012.
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